Vamos ler o seguinte texto e tentar perceber onde está o problema:
Certa vez, em uma pequena cidade do interior do
Brasil, um fato inusitado aconteceu. Era época de eleição, e um político
discursava ferozmente em praça pública. Praticamente gritava ao microfone:
- Os atos legítimos de um governo são aqueles que dizem
respeito ao interesse de seus membros enquanto grupo! Ele deve interferir na
vida das pessoas apenas se as ações por elas promovidas envolvam terceiros! Se a
pessoa estiver agindo por si própria, e fazendo coisas que só atinjam a ela
mesma, deve ter respeitado o seu direito de total liberdade! Devemos ser livres
no que diz respeito a nós mesmos! Nenhum governo deve nos tirar esse direito!
O político, então, foi muito aplaudido. Pessoas
gritavam o seu nome, dizendo que estava certo, que era isso mesmo, que ele
tinha razão! E ele então continuou:
- No nosso governo, cada brasileiro terá uma
poupança, para economizar, e ter assim garantida uma velhice segura. Cada um de
nós depositará cada centavo não gasto em uma conta aberta automaticamente pelo
governo. Uma velhice sadia para todos nós!
Novamente muitas palmas. Novamente palavras de
apoio e admiração.

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